Luck(2005, p.15):afirma que:
Gina Maria e Irysa institucionalização da democracia,associada ao aprimoramento da eficiência e da qualidade da educação pública, tem sido uma força poderosa a estimular o processo de mudanças na forma de gerir escolas do Brasil. A participação da comunidade escolar, incluindo professores, especialistas, pais, alunos, funcionários e gestores da escola, é parte do esforço, que promove o afastamento das tradições corporativas e clientelistas, prejudiciais a melhoria do ensino, por visarem o atendimento a interesses pessoais e de grupos.Santos(2002, p.2):Diz:A nova escola requer gestores mais dinâmicos, criativos e capazes de interpretar as exigências de cada momento e de instaurar condições adequadas de trabalho.A autonomia da escola tão decantada e mesmo prevista na legislação do ensino, depende, em grande parte, da competência de seus diretores para que a escola possa não só acompanhar as grandes transformações que se operarm na sociedade como também intervir nelas.Gadotti (1997, p.35) fala que :A gestão democrática da escola implica que a comunidade, os usuários da escola, seus dirigentes e gestores e não apenas os seus fiscalizadores, ou, menos ainda,os meros receptores dos serviços educacionais. Na gestão democrática, pais, mães, alunas, alunos, professores e funcionários assumem sua parte de responsabilidade pelo projeto da escola.
